A parte menos boa é que o rodapé do mail veio atrás. Mas recordação é recordação e não vale a pena apagar nada!
quarta-feira, abril 15, 2009
Estreia
Isto fica na minha história, tem que ser!
Post enviado por email. É muito à frente... acho que se resultar não vou querer outra coisa.
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Pense bem antes de imprimir este e-mail: ajude a protejer o ambiente.
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Quando reencaminhar este email faça o seguinte:
1. Apague todos os endereços de email do cabeçalho, bem como
qualquer um que apareça no corpo da mensagem
2. Protega os endereços dos destinatários: coloque-os em BCC (ou Cco)
3. Combater o SPAM é tarefa de todos!
Post enviado por email. É muito à frente... acho que se resultar não vou querer outra coisa.
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segunda-feira, abril 13, 2009
Muito esquema, muito esquema ;)
Aqui há uns anos, algures entre 10 a 14 anos atrás, como todos se lembram não havia mil e um operadores de tecnologias como hoje.
Para telefonar do "fixo" havia a tradicional PT e já era muito bom. Os preços é que faziam qualquer pai de adolescente atirar-se pela janela, mas isso eram danos calaterais que não interessam nada.
Pois que eu queria ligar à minha amiga C. e o meu pai dava-me na cabeça (o pessoal arranjava sempre um bom motivo para telefonar) e a C. queria ligar-me a a mãe dela dava-lhe na cabeça.
E para grandes males grandes remédios. O esquema era simples: a C. ligava-me para casa. Dizia à mãe que era um toque que eu percebia para lhe ligar. Em minha casa o telefone tocava. Fosse quem fosse que atendesse ouvia-se bem que tinha sido atendido. Entretanto eu desligava e ligava para ela. O meu pai tinha ouvido o telefone a tocar e ficava naquela que a chamada tinha sido recebida. Em casa da C. o telefone tocava e ela é que a tinha recebido.
No fim do mês ela não levava (muito) na cabeça e eu também não.
Para telefonar do "fixo" havia a tradicional PT e já era muito bom. Os preços é que faziam qualquer pai de adolescente atirar-se pela janela, mas isso eram danos calaterais que não interessam nada.
Pois que eu queria ligar à minha amiga C. e o meu pai dava-me na cabeça (o pessoal arranjava sempre um bom motivo para telefonar) e a C. queria ligar-me a a mãe dela dava-lhe na cabeça.
E para grandes males grandes remédios. O esquema era simples: a C. ligava-me para casa. Dizia à mãe que era um toque que eu percebia para lhe ligar. Em minha casa o telefone tocava. Fosse quem fosse que atendesse ouvia-se bem que tinha sido atendido. Entretanto eu desligava e ligava para ela. O meu pai tinha ouvido o telefone a tocar e ficava naquela que a chamada tinha sido recebida. Em casa da C. o telefone tocava e ela é que a tinha recebido.
No fim do mês ela não levava (muito) na cabeça e eu também não.
terça-feira, abril 07, 2009
A minha aventura no ballet
Acho que muitas das meninas, quando são pequeninas, sonham ser bailarinas, não sei. Eu sonhei (I had a dream... and then I woke up.).
Estaríamos em... sei lá... 1983 ou 1984 e no colégio onde eu andava abriram aulas de ballet. O meu pai quando me viu entusiasmada inscreveu-me e andei lá a bailar e a aprender pliês (ou lá como se chama), ainda me lembro da cantilena ao piano pliê-esticou-subiu-baixou, até que o meu pai soube de umas provas de ingresso na Conservatória, pegou em mim e lá fomos.
Por um lado eu ia satisfeita por outro pensava que não ia lá fazer nada, ia só ver como era pois eu nem um ano tinha de lições.
E lá fui com o meu pai, toda contente. Fiz os meus pliês e o que raio mais eu sabia fazer.
Havia, lembro-me, 4 rapazes que não faziam ideia do que sequer ballet, creio. Esses não tiveram que fazer prova e tiveram entrada directa.
Depois havia uns 3 milhões e meio de raparigas (pronto, talvez fossem só umas centenas). Dançavam tão bem... e eu ali tão novata (e novinha).
Vim embora tão desiludida com a nega que nunca mais fiz ballet.
Pronto, além da nega a entrada na Conservatória ia ditar se continuava ou não porque com o divórcio não ia haver dinheirinhos para dançar.
E foi assim que a separação de um casal no concelho de Sintra fez com que a Humanidade perdesse uma lenda do bailado clássico.
Estaríamos em... sei lá... 1983 ou 1984 e no colégio onde eu andava abriram aulas de ballet. O meu pai quando me viu entusiasmada inscreveu-me e andei lá a bailar e a aprender pliês (ou lá como se chama), ainda me lembro da cantilena ao piano pliê-esticou-subiu-baixou, até que o meu pai soube de umas provas de ingresso na Conservatória, pegou em mim e lá fomos.
Por um lado eu ia satisfeita por outro pensava que não ia lá fazer nada, ia só ver como era pois eu nem um ano tinha de lições.
E lá fui com o meu pai, toda contente. Fiz os meus pliês e o que raio mais eu sabia fazer.
Havia, lembro-me, 4 rapazes que não faziam ideia do que sequer ballet, creio. Esses não tiveram que fazer prova e tiveram entrada directa.
Depois havia uns 3 milhões e meio de raparigas (pronto, talvez fossem só umas centenas). Dançavam tão bem... e eu ali tão novata (e novinha).
Vim embora tão desiludida com a nega que nunca mais fiz ballet.
Pronto, além da nega a entrada na Conservatória ia ditar se continuava ou não porque com o divórcio não ia haver dinheirinhos para dançar.
E foi assim que a separação de um casal no concelho de Sintra fez com que a Humanidade perdesse uma lenda do bailado clássico.
quinta-feira, abril 02, 2009
Pequeno aparte - dúvidazinha
Uma memória é algo que já tenha ocorrido independentemente do tempo que passou, certo?
Algo que aconteceu há 2 minutos já pode ser alvo de destaque?
Algo que aconteceu há 2 minutos já pode ser alvo de destaque?
quarta-feira, abril 01, 2009
Primeiro aniversário na minha casa
O episódio de baixo levou-me directamente a este, porque as figurinhas são memso tristes mas no fim até dá vontade de rir.
Um dos muitos episódios que também se passaram foi este: no meu aniversário de 1999, 1º ano que passava na minha casa, resolvi fazer uma festinha. Muita comida e bebida.
A dada altura, tudo bem regadinho, começam os estragos (festa sem estragos não é festa, certo?). Uma amiga vem ter comigo e diz-me muito embriagadamente séria: Vanda, parti o teu cinzeiro.
E respondo eu embriagadamente nas tintas: Partiste? Onde é que ele está?
Diz ela: Aqui.
E mostra-o. O cinzeiro estava partido em dois bocados iguais (ou pelo menos assim pareciam).
O que lhe agradeci.
Obrigada, obrigada! Agora não tenho um cinzeiro, tenho dois, nunca me tinha lembrado disto!
No dia a seguir não teve tanta graça.
Um dos muitos episódios que também se passaram foi este: no meu aniversário de 1999, 1º ano que passava na minha casa, resolvi fazer uma festinha. Muita comida e bebida.
A dada altura, tudo bem regadinho, começam os estragos (festa sem estragos não é festa, certo?). Uma amiga vem ter comigo e diz-me muito embriagadamente séria: Vanda, parti o teu cinzeiro.
E respondo eu embriagadamente nas tintas: Partiste? Onde é que ele está?
Diz ela: Aqui.
E mostra-o. O cinzeiro estava partido em dois bocados iguais (ou pelo menos assim pareciam).
O que lhe agradeci.
Obrigada, obrigada! Agora não tenho um cinzeiro, tenho dois, nunca me tinha lembrado disto!
No dia a seguir não teve tanta graça.
Granda "bubadeira"...
Aqui a je, moi même volta e meia entusiasmava-se com os licores e não só e vai daí que depois via tudo a duplicar - quando eram coisas boas ainda vá que não vá, mas quando não eram era chato.
Estava a passar pelo blog da Kika e por causa de umas trocas de comprimidos lembrei-me de um episódio hoje hilariante, na altura angustiante.
Chegada eu de uma noite bem regada como a maioria das noites de férias deparo-me com a dificuldade n.º 1: entrar no quarto. Ras'parta a porta que não era ali, era só ao lado, demorou a perceber mas consegui entrar sem fazer muito barulho (pensava eu, até hoje não sei porque se fiz ninguém se acusou).
Acabadinha de entrar no quarto e finalmente parada reparo que para meu mal o efeito centrifugadora iria começar em breve.
Não podendo sair do querto (corria o risco de não conseguir voltar a entrar) para ir abastecer o jarrinho de água recorri aos meus kompensans. Tomaria a "dose-bubadeira" e, pensava eu, quando já estivesse dietadinha e o quarto parásse de girar eu ia adormecer e com sorte não ia haver estragos. Estava tudo controlado. Tudinho.
Pego na embalagem e pressiono o plástico para tirar um que... puffft, manda um vôo para um sítio qualquer (naquele estado algo superior a 10 cm era uma distância imensa).
Sem stress (ena, ainda tenho tantos) fiz o mesmo com outro. A mesma coisa. Pufffft...
E isto repetiu-se com todos até que no último já estava a pensar que estava tramada: sem poder sair do quarto e com todos os comprimidos loge de mim. Oh que noite desgraçada...!
Consegui agarrar, a muito custo, o último. Boa Vanda, boa. Genial. (Ela há com cada figura que só visto...)
Mas como não há duas sem três, na hora de despir e deitar a coisa não correu muito bem. Não consegui desapertar o nó horrível que dei nos sapatos. Então, a muito custo (não esquecer o efeito centrifugadora a iniciar o modo "velocidade-estonteante" que é mesmo antes da "velocidade-absurda"), consegui arrancar o sapato do pé, todo apertado. Custou à brava mas consegui.
No dia seguinte quando acordei lá fui eu, com a cabeça do triplo do tamanho, procurar os comprimidos e tentar tirar o nó horrível do sapato.
Os comprimidos estavam realmente em sítios que não lembravam a ninguém. Mas os sapatos? Os nós? Só vendo. Não havia nó nenhum. Apenas um laço desfeito e uma ponta do cordel rodeando a outra.
Estava a passar pelo blog da Kika e por causa de umas trocas de comprimidos lembrei-me de um episódio hoje hilariante, na altura angustiante.
Chegada eu de uma noite bem regada como a maioria das noites de férias deparo-me com a dificuldade n.º 1: entrar no quarto. Ras'parta a porta que não era ali, era só ao lado, demorou a perceber mas consegui entrar sem fazer muito barulho (pensava eu, até hoje não sei porque se fiz ninguém se acusou).
Acabadinha de entrar no quarto e finalmente parada reparo que para meu mal o efeito centrifugadora iria começar em breve.
Não podendo sair do querto (corria o risco de não conseguir voltar a entrar) para ir abastecer o jarrinho de água recorri aos meus kompensans. Tomaria a "dose-bubadeira" e, pensava eu, quando já estivesse dietadinha e o quarto parásse de girar eu ia adormecer e com sorte não ia haver estragos. Estava tudo controlado. Tudinho.
Pego na embalagem e pressiono o plástico para tirar um que... puffft, manda um vôo para um sítio qualquer (naquele estado algo superior a 10 cm era uma distância imensa).
Sem stress (ena, ainda tenho tantos) fiz o mesmo com outro. A mesma coisa. Pufffft...
E isto repetiu-se com todos até que no último já estava a pensar que estava tramada: sem poder sair do quarto e com todos os comprimidos loge de mim. Oh que noite desgraçada...!
Consegui agarrar, a muito custo, o último. Boa Vanda, boa. Genial. (Ela há com cada figura que só visto...)
Mas como não há duas sem três, na hora de despir e deitar a coisa não correu muito bem. Não consegui desapertar o nó horrível que dei nos sapatos. Então, a muito custo (não esquecer o efeito centrifugadora a iniciar o modo "velocidade-estonteante" que é mesmo antes da "velocidade-absurda"), consegui arrancar o sapato do pé, todo apertado. Custou à brava mas consegui.
No dia seguinte quando acordei lá fui eu, com a cabeça do triplo do tamanho, procurar os comprimidos e tentar tirar o nó horrível do sapato.
Os comprimidos estavam realmente em sítios que não lembravam a ninguém. Mas os sapatos? Os nós? Só vendo. Não havia nó nenhum. Apenas um laço desfeito e uma ponta do cordel rodeando a outra.
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